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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

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Nosso pit-stop em Bruxelas

31.03.2016

Ainda na nossa viagem de Setembro/2013 pela Europa, aproveitamos o trecho de trem que fizemos entre Londres e Amsterdam para um pit-stop bem rapidinho em Bruxelas ! Saímos MUITO cedo de Londres - 5 horas da matina já tínhamos saído de casa! Foi um dia só e que passou voando, mas já deu pra ter um gostinho - literalmente - da cidade ! O que fizemos foi provar o chocolate, o waffle e a cerveja e mesmo com pouco tempo aproveitamos muito.

 

 

 

 

 

Chegando na cidade

 

 

Fomos de Eurostar e a passagem foi razoavelmente cara. Compramos pelo Raileurope, mas não aconselho muito, pois as taxas são pesadas. A melhor coisa mesmo é comprar pelo site da companhia - fizemos isso no trecho entre Bruxelas e Amsterdam. Tem um post muito legal sobre compra de tickets de trem no Viaje na Viagem.

 

Nosso café da manhã no trem (comprado em um supermercado de Londres)

 

Na própria estação de trem em Bruxelas deixamos nossas malas num "locker", em que são depositadas algumas moedas para a utilização.

 

Preço do locker depende do tamanho da mala (clique na imagem para ampliar) 

 

 

 

 

 

Da estação internacional de trem Bruxelles-Midi até o centro da cidade, estaçãBruxelles-Central, pegamos um metrô/trem. Não nos encontramos bem na entrada desse metrô e por não haver nenhum tipo de fiscalização e nem barreira, acabamos entrando no metrô sem os tickets. Por sorte, não nos perguntaram pelos tickets e não tivemos problemas. Mau exemplo não intencional! Depois ficamos sabendo que os tickets são obtidos nas máquinas - não esqueça de comprá-los ;)

 

 

 

 

 

 

O que vimos 

 

Depois de 10 minutos, chegamos ao Centro da cidade e nos dirigimos diretamente a Grand Place. No caminho, aproveitamos para turistar por vários cantos dessa linda cidade...

 

 

 

 

Galeries Royales St Hubert

 

 

 

Grand Place

 

A praça é deslumbrante, assim como o centro de Bruxelas! Os belgas nos pareceram extremamente acolhedores e atenciosos com os turistas.

 

 

 

Waffle na Grand Place

 

Como estava muito cedo, resolvemos amenizar a vontade de tomar cerveja com um waffle. Esse lugar que ouvimos falar do waffle ficava entre a Grand Place e o "Manequinho do Botafogo", como o Alan dizia hehe - mas tem vários espalhados pela cidade.

 

O waffle estava bom demais! Melhor ainda quando vimos que era só 1 Euro! hehe

 

Banana com chocolate para mim e morango e chocolate para o Alan! :P

 

Óbvio que tinha uma pegadinha: 1 Euro era só o waffle sem recheio - que era pago à parte dependendo do que você escolhia...

 

 

Mannekin Pis

 

Fomos até o Mannekin Pis - famosa estátua de um menininho fazendo xixi que é símbolo da cidade -  e estava meio lotado de turistas.

 

 

Chocolates belgas

 

Antes da esperada cerveja, ainda tínhamos uma missão: o chocolate belga. Ir a Bruxelas e deixar de trazer aquele chocolatinho para os conhecidos é complicado. Estávamos achando tudo meio caro e não estávamos vendo nada assim artesanal o suficiente ou diferente do que conhecíamos para justificar o preço cobrado. Acabamos entrando em um Carrefour Express bem pertinho do Delirium Village e compramos vários chocolates belgas muito bons (como o Guylian, o preferido do meu irmão)! É claro que aqueles mais famosos e chiques não tinham no Carrefour, como o Godiva. Isso só nas lojinhas turísticas da praça mesmo - e prepare o bolso para preços tipo "mãos ao alto!". Então, fica a sugestão!

 

Para quem quiser chocolates mais especiais, o Godiva é uma ótima opção. A loja na Grand Place é linda.

 

Godiva

 

 

Delirium Village

Nosso ponto alto do pit-stop em Bruxelas certamente foi o Delirium Village! Imaginem uma ruela com vários bares, todos eles da marca Delirium, aquela do elefantinho que é considerada por alguns uma das melhores cervejas do mundo. Nessa altura, já estávamos perto do meio-dia e tomar cerveja já era permitido dentro da moral e dos bons costumes hehehe

 

 

 

Para a nossa surpresa, a Jeanneke Pis (versão feminina do Mannekin Pis) fica bem na rua do Delirium Village, em frente ao Delirium Café Tap House, que é o lugar com a maior carta de cervejas.

 

Jeanneke Pis

 

São trocentos tipos de cerveja diferentes. Tipos! Porque para cada tipo tinham outras trocentas marcas... Pra quem é bom cervejeiro é imperdível!

 

 

Foi lá que paramos inicialmente. Sentamos no balcão e as garçonetes, dentro das limitações do inglês delas, explicavam cada tipo de cerveja que pedíamos. Por lá, há um esquema de degustação de cervejas também, que preferimos não experimentar, já que queríamos escolher as cervejas que mais nos agradavam.

 

As nossas primeiras cervejas foram: uma Barbar pro Alan, cerveja feita à base de mel, uma das melhores que já provamos, e uma Delirium Red (Cherry) à base de cereja para mim - bem menininha e suave - eu gostei!

 

Nossas primeiras escolhas: Barbar e Delirium Red

 

Reparem na quantidade de serpentinas. E não pára por aí! Tem muitas mais!

 

Nessa hora, já estávamos com fome e resolvemos dar uma volta, até porque lá não tinha muito o que comer. O forte do Delirium Café ou Delirium Tap House é bebida mesmo. Bebida não! Cerveja! O cardápio é esse:

 

Quando a gente já estava quase saindo do Delirium Village, vimos um lugar chamado Delirium Monasterium, que parecia ter comida. Resolvemos entrar. Fomos muito bem recepcionados logo que chegamos pelo bartender, que era meio que o mandachuva do lugar. Acabamos ficando novamente no bar - é a melhor coisa ;)

 

Delirium Monasterium: cervejas excelentes, atendimento impecável e um momento especial por apenas 17,90 euros !

 

 

O cara foi um guia e nos ciceroneou pelo mundo das cervejas belgas. Nos deu (deu de dado, sem cobrar) uma prova do melhor queijo que já comemos na vida (um Gouda absurdamente saboroso) e proporcionou um clima de interação no bar realmente muito bacana. 

 

Olha o queijinho aí! Tinha, ainda, essa mostarda escura que já puxava o próximo gole.

 

Essa St Bernardus tinha 10% de teor alcoólico. Muito boa! Foi a partir dela que o bartender nos explicou a tradição das cervejas feitas em abadias por monges na Bélgica.

 

E ainda por cima foi barato (17.90 euros)! Esse lugar deixou saudades...

 

Tomamos mais umas duas cervejas (teor alcoólico de 8% pra cima) por lá e, só com os queijinhos na barriga, fez um estrago (percebe-se pela foto abaixo hahaha)

 

 

Saindo de lá, procuramos um lugar para comer. Apesar das diversas ofertas, principalmente de mexilhões e mariscos (parece ser o forte deles por lá), decidimos ir para as famosas batatas fritas belgas.

 

 

Depois disso, já estava chegando a hora de pegarmos nosso trem pra Amsterdam.

 

 

Saímos de Bruxelas com a sensação de que a cidade merece uma próxima visita. E voltaremos! :)

 

 

 

Beijos,

Corinne

 

Imã dessa viagem:

 

 

 

 

 

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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

Espero que goste de acompanhar as minhas andanças por aí.

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