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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

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Bolonha: a cidade mais subestimada da Itália (Parte 1)

21.01.2016

 

Viajamos em

dezembro de 2014

 

Bolonha foi sem dúvida a cidade mais subestimada que já conhecemos. Nós pelo menos nunca tínhamos ouvido falar tanto sobre a capital e principal cidade da região italiana da Emília-Romanha.

 

 

 

Bolonha é uma cidade com espírito jovem apesar de todo o peso de suas tradicionais construções. Isso talvez por conta da Universidade, a mais antiga do ocidente (fundada em 1088), que lota a cidade com seus estudantes.

 

Gastronomia, história, arte, arquitetura, compras...

 

Chegando de trem em Bolonha

Chegamos em Bolonha de trem vindos de Milão. Compramos com certa antecedência e pagamos apenas 9 euros (!) cada um. A viagem dura 2 rápidas horinhas.

 

estação de trem de Bolonha merece um capítulo à parte. Apesar de parecer uma daquelas estações bem simples e antigas, na verdade é um grande complexo ferroviário subterrâneo que serve de ligação entre várias regiões da Itália. 

 

 

Foi até engraçado, porque eu já tinha escutado que a estação de Bolonha era uma das mais importantes da Itália, mas quando chegamos lá nos pareceu super simples (tinha tipo uns 10 binários só na superfície..nada demais, né?). Ai descemos para a parte subterrânea e...tchran...binários e mais binários super modernos!

 

 

Painel com quase todos os destinos na Itália: superfície no estilo bem clássico

 

Contraste com a modernidade dos binários subterrâneos!

 

Fomos andando e arrastando as malas da ferroviária até o hotel. A ferroviária fica relativamente perto do centro histórico (acho que foram 15 minutinhos só). Na verdade, pra quem estiver hospedado no Centro Histórico e não estiver carregando muita coisa, não há necessidade de pagar táxi (é só seguir a Av. Indipendenza). #mãosdevacamodeon hehe

 

Logo de cara, saindo da ferroviária, você se depara com a Porta Galliera, uma obra da Bolonha medieval onde se definia uma das entradas da cidade.

 

Porta Galliera

 

 Assim que entramos na Via Indipendenza, já fomos identificando as características da cidade, uma beleza diferenciada, com cores amarelo avermelhadas, quase tijolo - e os pórticos...Ah! São pórticos e pórticos, seguidos de mais pórticos... é uma delícia passear pela cidade!

 

 

 Amarelo, marrom, vermelho, laranja...

 

Os pórticos de Bolonha: são quase 40 km deles!

 

Hotel Metropolitan: excelente custo benefício

Assim que chegamos no nosso hotel - Hotel Metropolitan -, que fizemos a escolha certa, bem no meio do "bololô", mas em uma rua bem estreita e relativamente silenciosa - sério, a localização foi ótima! O atendimento foi impecável e o quarto era fantástico. Tudo de muito bom gosto e moderno! Até que o hotel não foi tão caro, considerando o custo benefício excelente - mas optamos por não pagar pelo café da manhã.

 

Hotel Metropolitan: excelente opção!

 

Deixamos as malas no hotel e já descemos ansiosos para aquele primeiro reconhecimento da cidade, afinal, só ficaríamos dois dias e meio por lá. Nem 10 minutos seguindo a Via Indipendenza toda decorada para o final do ano e já estávamos no meio do ponto turístico mais famoso da cidade, a Piazza Maggiore.

 

Via Indipendenza

 

Na Piazza Magiore, se encontram as principais construções da cidade: o Palazzo dei Banchi, a Basilica di San Petronio, o Palazzo dei Notai e o Palazzo d´Accursio. 

 

A praça é enorme e linda. Vale a pena passar lá à noite e de dia...Aliás, é quase inevitável não passar por lá várias vezes, já que ela está no caminho de várias atrações.

 

 

Anoitecendo na Piazza Maggiore

  A praça é sempre bem movimentada!

Coisas da Itália: sempre tem alguma fachada em restauração!

 

O que mais nos impressionou na praça foi a Basilica de San Petronio, uma das maiores do mundo (pode abrigar até 28 mil pessoas!). A entrada é gratuita.

 

 Reparem no "tamaninho" das pessoas perto da fachada

 

Logo ao lado da Piazza Maggiore, fica a Via Pescherie Vecchie. Essa rua e suas adjacentes funcionam desde os tempos antigos como um mercado e até hoje concentram várias lojas e barraquinhas voltadas à gastronomia.

 

Essa parte da cidade é muito interessante, voltamos algumas vezes - por lá ficam algumas excelentes opções para comer, como o Eataly, o Tamburini e o Mercato di Mezzo - vamos falar mais sobre isso no post de onde comer em Bolonha!

 

 

De lá, antes de voltar para o hotel e dar aquela dormida, fomos espiar as famosas torres Garisenda e Asinelli, mas vamos falar melhor delas lá embaixo!

 Última foto antes de apagar na cama! hehe

 

No outro dia, acordamos e passamos novamente pela Via Indipendenza, Piazza Maggiore e pelas Torres. Agora, mais descansados, começamos a reparar nos detalhes. O centro de Bolonha é pequeno, dá pra facilmente conhecer a cidade toda em um dia. Mas o clima é tão gostoso que vale a pena ficar mais...Tem algo diferente em Bolonha que encanta. Acho que talvez seja o fato de ser menos turística, de ser tão única, tão histórica e tão jovem ao mesmo tempo (e olha que eu nem falei da comida ainda!)

 

 

Andando pelas ruas de Bolonha

 

 

Piazza Maggiore 

 

 

O mais famoso monumento de Bolonha, a Fonte de Netuno

 

Monumento dedicado aos que perderam a vida na retomada da cidade durante a Segunda Guerra Mundial

 

 

Momento inesquecível: nevando em Bolonha!

 

Nesse dia acordamos e a temperatura estava assim...

 

 

Depois de andar um pouco pela cidade, tivemos um momento inesquecível em Bolonha pelo qual não esperávamos. É claro que sabíamos que o inverno no norte da Itália é rigoroso, mas a última vez que tínhamos pego neve numa cidade relativamente grande foi em Montreal em 2012.


Resumo: tivemos que comprar roupas mais pesadas, por que o frio estava sério! E da mesma forma que é muito gostoso o frio quando se está bem agasalhado, é horroroso quando se está mal.

 

 

E em Bolonha nevou de verdade! Flocos de neve bem grandes até. Vê se da pra ter noção:

 

Os gringos! hehe Todo mundo correndo da neve e a gente: "ÊêêêÊ"

 

 Cenário de filme, né?

 

Mas é óbvio que nada nos impediu de continuar nossa saga pela cidade nesse dia. Conhecemos as famosas Duas Torres de Bolonha (Garisenda e Asinelli). A Garisenda é a menor e tem uma forte inclinação de mais de 3 graus.

 

Tá vendo o tamanho dos flocos?

 

Vou parar por aqui, por que senão o post vai ficar muito grande!

Continuamos nossas andanças por Bolonha na Parte 2 desse post.

 

Beijos, 

Corinne

Ímãs dessa Viagem:

 

 



 

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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

Espero que goste de acompanhar as minhas andanças por aí.

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