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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

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Bate e Volta desastroso de Santiago para Viña del Mar e Valparaíso: a saga do primeiro dia no Chile

23.02.2016

 

Viajamos em

março de 2013

 

 

Viajamos na semana santa para Santiago, Chile com algumas milhas que estavam guardadas. A viagem de avião é uma atração à parte por causa das cordilheiras!

 

 

Semana Santa em Santiago

O primeiro dia da nossa viagem à Santiago caiu no feriado de sexta-feira santa, dia 29/3. Como a cidade estava totalmente deserta decidimos ir para Valparaiso e Viña del Mar. 

 

Os chilenos são muito católicos. Eles levam à sério o feriado da semana santa - por isso, durante toda a nossa viagem, boa parte do comércio estava fechado e a cidade mais vazia que o habitual.

 

 

De ônibus para Valparaiso e Viña del Mar

Vimos uma oferta de passeio no hotel que ficamos, mas achamos muito caro (cerca de $200 cada!) e preferimos arriscar a viagem sozinhos. Antes de viajar, li em muitos relatos dizendo que é furada fechar passeios na rodoviária e que nem todos os pacotes oferecidos pelos hotéis valem a pena. 

 

Só não pensamos que todas as pessoas que não estavam nas ruas, estavam na rodoviária exatamente com a nossa mesma ideia hahaha Nos sentindo bastante idiotas por não termos lembrado das consequências do feriado, enfrentamos a confusa fila na busca de um ônibus. 

 

A rodoviária, conhecida como Terminal Alameda, fica logo em frente à estação de metrô Universidad de Santiago (linha 1 - vermelha)

 

Os ônibus da TurBus e da Pullman saem a cada 15 minutos do Terminal Alameda e têm quase o mesmo preço. Achamos os ônibus da Pullman muito melhores. 

 

Tanto faz ir primeiro à Viña del Mar ou Valparaiso, você pode escolher. Nós fomos no primeiro que saísse e que ainda restavam lugares vagos: Valparaíso

 

Não acabou por aí... esse é apenas o começo de um dos dias mais desastrosos da minha vida hahaha 

Comidinha de Rodoviária

 

Para começar, a rodoviária é ruim. A estrutura se assemelha a tantas rodoviárias do Brasil...quase nenhum lugar para sentar e nada muito bom para comer. Esse dia para mim foi especialmente ruim, pois estava doente...então, imaginem - tudo parecia ainda pior! Chegamos às 9:00 e nosso ônibus só saía por volta de 12:00. Três horinhas esperando...Sorte que o banheiro não era tão ruim - até porque você paga 50 cents de pesos para entrar hahaha 


Vibramos quando chegou a nossa hora e corremos para entrar no ônibus...mas...surpresa! Nosso ônibus já tinha ido embora!!! Nossa cara de espanto ao perceber que o relógio do iPhone estava com o fuso horário errado..estávamos uma hora atrasados!!! Foi horrível..depois de todas essa espera, ainda mais doente. Muito frustrante. 

 

#ficaadica: confiram o relógio e o fuso e fiquem perto da saída do ônibus. 

 

Por sorte, conseguimos trocar a passagem para uma que saía duas horas mais tarde. Foi ótimo não perder o dinheiro, mas já estávamos desanimados de ter mais algumas horas de espera pela frente e com medo de não chegarmos a tempo para a reserva no restaurante Majestic. 

 

Quando finalmente entramos no ônibus e sentamos, respiramos aliviados. Essa hora o Alan também já estava meio doente e começava a ter um pouco de febre. Dormimos durante a viagem, que não foi tão curta quanto o esperado (demorou cerca de 2h40).

 

Saga Rodoviária!

 

 

Chegando em Valparaíso

O centro de Valparaiso pareceu horrível, bagunçado, sujo e nada turístico. Não nos sabiam informar como chegar em Cerro Concepción e Cerro Alegre - parte alta da cidade que atrai turistas pelas casas coloridas e bons restaurantes. 

 

Chegando em Valparaiso


Nos falaram para não pegar um táxi, pois daria muita volta e pagaríamos muito caro. Passamos numa farmácia, compramos uma aspirina para o Alan e pegamos um ônibus que nos indicaram. O ônibus super velho nos deixou em alguma esquina e de lá nos perdemos de novo...Ninguém sabia informar direito. Finalmente, conseguimos chegar ao ascensor que subia para o Cerro Concepción. Ufa! 

 

 

Tirando os avisos de rotas de fuga em caso de Tsunami, achamos a cidade muito mal sinalizada. É claro que também não tivemos muito tempo e já estávamos cansados, mas aconselho pegar logo um táxi e não perder tempo rodando por lá...

 

Sinalização de rota de fuga em caso de tsunami

 

 

Ficamos uns 30 minutos tirando umas fotos por lá e já corremos para Viña del Mar. 

 

Indo para Viña del Mar

O metrô de superfície Merval (funciona até 22:00) ou vários ônibus fazem o trajeto de 10 km entre as duas cidades. 

 

Chegamos em Viña e fomos recebidos por uma cidade muito mais organizada e limpa. E mais turística também! Infelizmente, não tivemos tempo de aproveitar e sentir a cidade, pois tínhamos que correr para pegar o ônibus de volta. 

 

Viña del Mar

 

Banhamos nossos pés nas águas do Oceano Pacífico, tiramos algumas fotos e corremos em direção à rodoviária – ninguém soube explicar direito onde era e o que parecia ser perto demorou quase 30 minutos de caminhada. Chegamos exaustos em uma rodoviária minúscula e pouco movimenta (ainda bem!) para seguir viagem de volta a Santiago.

 

Oceano Pacífico

 

Ainda bem que o jantar no maravilhoso Majestic salvou o dia :) leia o relato sobre ele aqui.

 

Chegamos mortos depois dessa aventura desajeitada com algumas certezas e dúvidas. Certeza de que o planejamento é crucial à qualquer viagem (nunca se esqueça de pensar nos feriados do local!) e certeza que não conhecemos Valparaíso ou Viña del Mar da forma como elas mereciam. Valeu a pena, mas fica a pergunta: será que não teria sido melhor pagar o passeio ou será que apenas demos muito azar?

 

 

Beijos,

Corinne

 

Imãs dessa viagem:

(toque nas setinhas para passar para a próxima foto)

 

 

 

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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

Espero que goste de acompanhar as minhas andanças por aí.

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