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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

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Visconde de Mauá, Maringá e Maromba: um final de semana na serra entre Rio e Minas

19.10.2015

Viajamos em

maio de 2015

 

Escolhemos um final de semana para revisitar uma região que conhecemos em 2011 e adoramos: Visconde de Mauá!

 

 

A região de Visconde de Mauá nos chamou a atenção por vários motivos. O primeiro deles é que é uma região mais calma, menos turística, do que outros destinos serranos perto do Rio.

 

Talvez por que até pouco tempo a estrada não era nem asfaltada, o que com certeza diminui o fluxo de pessoas por lá - sem contar que a região fisicamente é pequena mesmo. Além disso, o lugar tem um clima mais raiz, humilde, hippie - que gostamos muito. Não é badalado e, sim, ideal para quem quer um lugar para relaxar e se desligar do caos urbano.

 

 

O pior da viagem

São quase 200 km do Rio até Visconde de Mauá (cerca de 3 horas de viagem pela Dutra).

 

 

Saímos cedo do Rio - ou pelo menos achamos que estávamos saindo cedo - para enfrentar a estrada com calma. Só não esperávamos tanto, tanto, trânsito. Só na Linha Amarela (maldita) pegamos DUAS horas de trânsito. A previsão de umas 3h30 de viagem acabou virando a dura realidade de 6:30...sério. E olha que saímos 15h...pelo visto não foi tão cedo assim.

 

Trânsito infernal na saída do Rio​​

 

 

#ficaadica: é uma boa considerar ir na sexta de manhã e voltar segunda de manhã. A viagem, ainda mais com trânsito, fica muito cansativa pra aproveitar apenas o sábado.


Dois Estados, Dois Municípios, Três Vilas

A região de Visconde de Mauá se divide em três principais vilas: Visconde de Mauá; Maringá e Maromba; em dois estados: Rio de Janeiro e Minas Gerais; e em dois municípios: Bocaína de Minas e Itatiaia. Por isso, talvez se crie uma certa confusão quando falamos dessa região.

 

Dá pra ver os trechos que são asfaltados pelo mapa

 

Tudo é muito pertinho, mas cada vila tem uma característica diferente.

 

 

Visconde de Mauá

A maior de todas as vilas, com mais comércio e moradores. Pessoalmente, acho pouco charmosa em comparação às outras duas. Não acho que vale a pena ficar hospedado por lá. O ponto positivo é que a estrada é toda asfaltada.

 

 

Maringá

Menor que Mauá e mais caricata. É uma vila bastante turística e fica no meio do caminho entre Mauá e Maromba. Quase toda asfaltada, acho que é o meio termo perfeito para escolher se hospedar. Tem bons restaurantes e um movimento legal. Maringá se divide entre a Maringá de MG e a Maringá do RJ, além de ter um pedaço chamado "Alto Maringá", um pouco mais próximo de Maromba.

 

 

 

 

 


Maromba

Apesar do centrinho da vila ser asfaltado, se hospedar em Maromba significa passar o tempo todo por pedaços de estrada de terra. É a vila mais calma de todas, mais "primitiva" e raiz. A vibe de lá é incrível, ainda mais por estar pertinho da melhor cachoeira da região, a do Escorrega.

 

 

 

 

 

Nós nos hospedamos em Maromba nas duas vezes que viajamos pra lá. Justamente pela nossa pousada estar a apenas dois minutos (!) de caminhada da cachoeira do Escorrega.

 

Confesso que dessa vez, apesar da pousada e tudo mais ter sido uma experiência maravilhosa, nos arrependemos um pouco de ter ficado em Maromba. A estrada de terra, apesar de ser um trajeto curto, é uma chatice. O nosso carro nem é tão baixo, mas também não é um 4x4 - e temos que dizer que não saímos para jantar nas duas noites que ficamos lá só para não pegar essa estrada esburacada. São 4,5km só de terra, mas demorava uns 25 minutos...

 

 

 

 

Estrada de terra perto da Cachoeira do Escorrega​
 

 

Friozinho da Serra

Fomos no final de Maio, então pegamos um frio considerável. Em junho e julho pode ficar até mais frio, então vá agasalhado. Não subestime as noites da serra..fica frio mesmo! A temperatura mais baixa que pegamos foi de 11 graus e a mais alta por volta de 20 graus.

 

Termômetro do Chalé marcando 12 graus

 

 A Pousada: Moriá

 

Sem palavras para essa pousada - é simplesmente fantástica! O único ponto negativo é a estrada de terra pra chegar até lá. Mas tirando isso, todo o resto é de se elogiar.

Muito verde e muitas flores na Pousada Moriá

 

Os chalés são lindos - em 2011 ficamos no Azaléas e em 2015 no Camélias. Preferimos mais o Azaléas, mas qualquer um dos chalés vale a pena. O custo é elevado, é verdade. Por outro lado, tudo é pensado nos detalhes: a lareira, a hidro, a cachaça de boas vindas, os DVDs de graça para escolher, o atendimento gentil e atencioso, a bodeguinha...enfim! Sem contar que o lugar é lindo e MUITO perto da Cachoeira do Escorrega.

 

Chalé Camélias: hidro e lareira

 

Um capítulo à parte é o café da manhã: muito especial. Além das opções do buffet (iogurte, pães, geléias, sucos, bolos e mais), a atendente te oferece opções preparadas na hora: ovos, tapiocas, banana ao forno, canjica..hmm! Acho que um dos melhores café da manhã de hotel que já provamos!

 

Café da manhã delicioso na Pousada Moriá

 

A Cachoeira do Escorrega

A mais famosa da região e a única que conhecemos. Como das duas vezes que fomos estava bem frio, não aproveitamos tudo que a região tem a oferecer em termos de trilhas e cachoeiras. 

 

A diversão, como o próprio nome já adianta, é descer escorregando!

Tem gente descendo até com o "pau de selfie" haha

​​

​Recomendamos muito essa viagem relax de final de semana para quem mora no Rio ou São Paulo :)

 

Beijos, 

Corinne

 

Ímãs dessa Viagem:

 

 

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Autora | Corinne Sciortino

Formada em Direito e com vocação para viajar pelo mundo ! Minha obsessão é provar as mais diversas gastronomias, me perder pelos destinos e sempre sonhar com as próximas viagens.

Espero que goste de acompanhar as minhas andanças por aí.

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